Lote 02
Bourbon Vermelho · Região Vulcânica
NotasFrutas vermelhas · Mirtilo · Lichia
Treino a sua equipe, deixo a receita escrita na máquina e forneço o grão. O que muda no balcão é simples de medir: a mesma xícara entregue na primeira e ultima hora da operação.
Padarias, cafeterias, baristas e entusiastas apaixonados por café.
Sem compromisso. A avaliação pode terminar em “sua operação já está ajustada”.
Começo pelo ajuste da operação, treinamento da equipe e padronização de receitas. Possível contratar uma frente só: ninguém precisa comprar o pacote inteiro para a xícara melhorar. Do treinamento ao fornecimento do grão.
Ensino
Treino a sua equipe na máquina de vocês, no ritmo do balcão de vocês. Ela sai com a receita escrita — não com lembrança de aula.
Ensino
Defino e deixo anotados dose, tempo, temperatura e ponto do leite. Quem entrar na equipe mês que vem faz igual a quem está desde o começo.
Ensino
Treino e capacito que assume o balcão: extração, moagem, vaporização do leite e leitura de defeitos na extração da xícara. Explicação completa, com cada integrante da equipe
Fornecimento
Seleciono o lote e escolho a torra para o seu público e a sua máquina. Forneço contínuo, sem trocar o perfil no meio do caminho.
Fornecimento
Indico a máquina certa para o seu volume e o seu espaço — e faço o ajuste dela depois de instalada, que é onde a maioria para.
Fornecimento
Vapor com pressão constante para o leite não variar entre o primeiro e o quadragésimo cappuccino do dia.
Experiência
Conduzo a degustação, monto a estrutura e levo café que as pessoas comentam depois. Para confraternização, lançamento e ação de marca.
Experiência
Levo vocês até a origem: colheita, processamento e prova ao lado de quem produz. A viagem muda a forma como a equipe fala do café no balcão.
19operações atendidas
5CIDADES: Blumenau, Rio do Sul, Pomerode & região...
Sou barista e consultor de café. Passo os dias dentro de operações de Santa Catarina — padarias, cafeterias, restaurantes — ajustando moagem, receita e rotina até a bebida parar de variar entre um turno e outro.
Meu trabalho passa por três lugares, nessa ordem: a fazenda, onde escolho o lote; o balcão, onde treino quem vai extrair; e a mesa, onde mostro ao cliente final por que aquela xícara ficou diferente.
A minha marca de cafés especiais nasceu dessa sequência. Depois de anos indicando café de terceiros e conviver com troca de perfil no meio do contrato, passei a selecionar e assinar os meus próprios lotes.
Premiado em
2020
2021
2023
Forneço cafés especiais de acordo com a proposta do negócio. Desde perfis clássicos, até microlotes exclusivos.
Um quilo rende cerca de 110 espressos, quando bem regulado e ajustado. Faça a conta com o que você paga hoje e compare com o preço da sua xícara. a diferença entre um café comum e um especial aparece em centavos por dose — e some inteira quando a bebida precisa ser refeita.
Bourbon Vermelho · Região Vulcânica
NotasFrutas vermelhas · Mirtilo · Lichia
Barista que já provou o café na fazenda vende diferente. Conduzo degustação, treino no balcão e levo grupos à origem — três formatos, o mesmo efeito: a sua equipe passa a saber do que está falando.
Mudo o formato conforme a operação. O objetivo não muda: tirar o resultado da xícara da conta da sorte.
O cálculo que importa não é o preço do quilo, é o custo da dose. Um quilo rende cerca de 55 espressos: divida o que você paga hoje por esse número e compare com o que cobra na xícara. A diferença entre um café comum e um especial costuma ser de centavos por dose — e é o item do cardápio com maior margem e menor resistência de preço. O que pesa no seu bolso não é o grão bom: é o café refeito, a dose errada e o cliente que não volta.
Vai, se eu só der uma aula. Por isso o que eu entrego não é a aula: é a receita escrita e afixada na máquina — dose de entrada, rendimento, tempo, temperatura e ponto do leite. Quem entra depois segue a ficha em vez de aprender por imitação de quem já estava lá. É a diferença entre eu treinar uma equipe e eu deixar um processo.
Talvez você não precise mudar nada. Antes de trocar qualquer coisa, faça um teste: peça três espressos ao longo do mesmo dia, em turnos diferentes, e prove lado a lado. Se saírem iguais, sua operação está ajustada e eu não tenho o que fazer aí. Se saírem diferentes, você já sabe onde está o dinheiro parado — e aí a conversa é sobre ajuste, não sobre trocar de fornecedor.
Na sua. Vou até lá e trabalho com a máquina, o moedor e o café que a equipe usa todo dia. Treinar em equipamento diferente do real gera um ajuste bonito que não sobrevive ao primeiro turno de volta.
Quase nunca é o primeiro passo, e é a primeira coisa que costumam tentar te vender. Moagem, receita e rotina de limpeza rendem mais e custam menos. Se a troca fizer sentido depois disso, eu indico com o motivo — e sem obrigação de comprar comigo.
Dá. Muita gente começa assim. Escolho o perfil de torra a partir do que você serve hoje e do paladar do seu público, e mantenho o fornecimento contínuo, sem trocar o grão no meio do caminho.
Minha base é Santa Catarina e a maior parte dos trabalhos acontece no estado. Para treinamento e evento fora, combino o deslocamento junto com a proposta.
Por uma conversa sobre a sua operação: volume, equipamento, tamanho da equipe e o que está incomodando. A partir daí eu monto uma avaliação com o que faz sentido — que às vezes é menos do que você imagina.
Me diga o volume por dia, o equipamento e o que está incomodando. Com isso eu já consigo dizer se o caminho é treinamento, ajuste de receita, troca de grão — ou nenhum dos três, o que também acontece.